sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Vale do Catimbau em Buíque, aos pouco volta a atrair turistas e amantes do ecoturismo.

Vale do Catimbau em Buíque, aos pouco volta a atrair turistas e amantes do ecoturismo.

Apesar da tão falada e indesejada crise,  o turismo ainda é um dos poucos setores  que estar se salvando, isso por que dependendo do potencial turístico de cada região , o turismo ainda é um negócio dos mais vendáveis.
Em Buíque no agreste do estado, apesar do difícil acesso ao Parque Nacional do Vale do Catimbau  que teve suas  obras  da principal via da acesso paralisadas pelo governo do estado, depois  que a prefeitura voltou a investir, mesmo que em pequena escala na divulgação do seu  principal cartão postal que é o vale do catimbau, para felicidade dos guias  formados para conduzir os turistas as trilhas e dos empresários do ramo hoteleiro da cidade aos poucos e cada vez  mais em maiores quantidades os amantes da natureza estão voltando  para fazer o ecoturismo  no local.  

Se de um lado, representantes da prefeitura  já participaram de reuniões nas cidades de Limoeiro, Bom  Jardim, Caruaru e Recife   para divulgar e vender a ideia de atrair   visitantes,  do outro lado os resultados positivos já começam fluírem com a chegada de turistas atraídos pelas belezas e encantos do vale.   

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O governo encaminhou ao Congresso Nacional, na tarde desta segunda-feira (31), a proposta de Orçamento da União para o ano que vem e o Plano Plurianual (PPA) para o período 2016-2019.



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Ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (31). Foto: Ichiro Guerra/PR
No cenário econômico projetado para os próximos anos, o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 0,2% no ano que vem, após cair 1,8% em 2015, e apresentará um crescimento de 1,7% em 2017, chegando a aumentar 2,5% em 2019.
A inflação oficial, por sua vez, deverá ficar em 5,4% em 2016, dentro da meta, portanto, e voltará ao centro da meta, em 4,5%, nos três anos seguintes.
Já o salário mínimo, por sua vez, sairá dos atuais R$ 788 para R$ 865,50 em 2016, chegando a R$ 1.020,80 em 2019.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que as projeções para o ano que vem já apontam para recuperação do crescimento e redução da inflação, o que contribuirá para a construção de um programa fiscal realista e de acordo com a capacidade do governo, sem comprometer programas e investimentos. O ministro apontou que o início da recuperação está sendo puxado pelo aumento do saldo da balança comercial, que deve ter resultado positivo de US$ 8 bilhões em 2015.
Barbosa também destacou a manutenção de programas fundamentais para o governo na área social e de infraestrutura, tais como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Ainda assim, explicou, as despesas obrigatórias e discricionárias do governo crescerão R$ 88,4 bilhões em 2016, aumento fortemente concentrado nos gastos da Previdência Social. Com isso, o resultado primário projetado para o próximo ano é um déficit de R$ 30,5 bilhões, que equivale a aproximadamente a 0,5% do PIB. O ministro lembrou, contudo, que o déficit pode ser eliminado a partir de medidas que serão debatidas com a sociedade e o Congresso Nacional.
“Esse é um déficit primário que pode ser eliminado, resolvido de diversas formas, mas essas ações envolvem medidas legais, como projetos de Lei e de Emenda Constitucional; envolvem medidas que precisam ser construídas com o diálogo com a sociedade e com o Congresso Nacional. O objetivo do governo é investir nesse diálogo”, afirmou Barbosa.
O ministro destacou que o governo está propondo uma discussão fiscal de longo prazo, o que envolve várias iniciativas, e sustentou que “hoje o principal desafio fiscal do Brasil é controlar o crescimento dos gastos obrigatórios da União”.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, destacou que o reequilíbrio da economia brasileira já está em curso, e afirmou que o governo brasileiro está tomando diversas medidas para recolocar o Brasil “na rota do crescimento”.
Levy também disse que o Orçamento foi elaborado de forma “muito transparente”, e ressaltou o fato de haver uma redução da expectativa da inflação para o ano que vem.
O ministro da Fazenda também avaliou que diversas medidas estão sendo tomadas para readequar a economia brasileira a um cenário que envolve o fim do chamado “superciclo das commodities”, o crescimento dos gastos obrigatórios da União e o crescente gasto da Previdência Social decorrente da transição demográfica pela qual passa o Brasil.
Ele também disse que para poder consolidar o que o Brasil já alcançou será preciso encontrar caminhos para trazer o orçamento ao equilíbrio necessário, e lidar com as questões estruturais de médio e de longo prazo.
“Isso vai dar resultado, vai botar o Brasil na rota do crescimento, e vai nos trazer para vencer todos os desafios no século 21, no período pós-crise. Tudo que a gente precisa para a juventude ter emprego, para a gente, inclusive, consolidar os ganhos dos últimos anos”, frisou Levy.
Novas medidas tributárias
Visando o reequilíbrio do cenário fiscal, o governo prevê a adoção de novas medidas tributárias e de venda de ativos.
No caso das tributárias, estão previstas ações como as revisões da desoneração do PIS/Cofins de computadores, tablets e smartphones, da tributação de bebidas quentes, do Imposto de Renda sobre direito de imagem e do IOF sobre operações de crédito do BNDES. “Essas são ações tributárias nas quais se espera arrecadar adicionalmente R$ 11,2 bilhões”, enfatizou Barbosa.
No caso das operações com ativos, o ministro destacou a venda de participações acionárias não prioritárias da administração direta e indireta, alienação de imóveis e de direitos de domínio da União, aperfeiçoamento e aumento da cobrança da Dívida Ativa da União e o leilão da folha de pagamentos. Somando essas operações com a ampliação das concessões, com nova rodada no ano que vem, o governo estima arrecadar R$ 37,3 bilhões.
Eixos estratégicos
Durante a apresentação das peças, o ministro Nelson Barbosa destacou que o PPA é dividido em quatro eixos: educação de qualidade; inclusão social e redução das desigualdades; ampliação da produtividade e da competitividade da economia; e fortalecimento das instituições públicas.
O ministro destacou a elaboração participativa do PPA, que envolveu governo, fóruns com a sociedade civil e articulação com os estados.
Entre os destaques do PPA 2016-2019, Barbosa citou a ampliação de 39 mil para 46 mil as equipes de Saúde da Família, a ampliação para 1,4 milhão o número de matrículas nas instituições federais de ensino superior e o apoio à construção de 3 mil escolas de educação básica.
O plano ainda prevê a construção ou pavimentação de 1,1 mil km de rodovias e a concessão de 6,9 mil km de rodovias federais, além de duplicar 2,7 mil km de rodovias federais já concedidas.
O governo também estima, conforme o PPA, adicionar capacidade instalada de geração de energia elétrica em 29.365 MW e implantar 23 mil km de novas linhas de transmissão no Sistema Elétrico Nacional.