segunda-feira, 11 de julho de 2016

Alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem certificação da Escola Vigário João Inácio em Buíque

Alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) recebem certificação da Escola Vigário João Inácio em Buíque

A Escola Estadual Vigário João Inácio realizou mais uma edição da formatura da Educação de Jovens e Adultos, na última quarta-feira (06) de julho. No evento, que teve como local o pátio da referida escola, vários alunos receberam a certificação de conclusão da formação.

A EJA é uma modalidade de ensino que oportuniza o retorno aos bancos escolares para faixa da população adulta que não frequentou a escola na idade adequada. No município de Buíque são atendidos mais de 200 alunos por ano, e nesta edição, a Escola Vigário João Inácio, com uma equipe super preparada, mostrou talento e dedicação no que faz, além de ser uma das primeiras escolas construídas na cidade, o vigário continua oferecendo o melhor para seus alunos, desde o ensino até a formação. Organização, dedicação, respeito e simplicidade fazem parte de uma equipe que sabe trabalhar para o bem comum de seus alunos.

 
Na ocasião estiveram reunidas autoridades, familiares e amigos dos formandos, os quais estavam orgulhosos e emocionados pela conquista. Diretores, coordenadores, professores e funcionários da escola falaram sobre o quão especial foi este momento. “É sempre uma emoção impar, um dia que certamente ficará marcado na vida dessas pessoas que são vencedoras e merecedoras deste diploma. Continuaremos torcendo por cada um de vocês, para que continuem a trilhar o caminho do sucesso”, destacou Damiana.
O evento foi regado de uma delicioso jantar, muita música ao som de Rogério e Biel e muita gente bonita.
 

A EJA atende pessoas da comunidade que, por inúmeras razões, não frequentaram a escola ou não concluíram os anos iniciais. Além disso, oferece as condições para adquirir habilidades e conhecimentos necessários ao exercício da cidadania.  CONFIRA TODAS AS FOTOS DO EVENTO









  




   














  










  



  






quinta-feira, 7 de julho de 2016

Do auge à queda: a trajetória de poder de Cunha em 5 capítulos

Três anos atrás, Eduardo Consentino da Cunha era praticamente um anônimo para o grande público, mas um velho conhecido da gestão Dilma Rousseff e das entranhas da política brasileira.Personagem cuja trajetória remonta à campanha de Fernando Collor de Mello, em 1989, e ao governo de Anthony Garotinho no Rio de Janeiro no fim da década de 1990, o deputado estava apenas em seu terceiro mandato em 2013, ano cujos protestos de junho derrubaram a avaliação da maioria dos governantes - incluindo Dilma, até então surfando em ondas inéditas de popularidade.
Enquanto a maioria dos políticos analisava como responder ao clima de insatisfação generalizado no país, Cunha iniciava ali, ao menos de forma mais explícita, seu caminho para se tornar um dos políticos mais poderosos do país.
Certamente não imaginava, porém, que toda essa visibilidade caminharia para a renúncia, às lágrimas, da presidência de uma Casa que até pouco tempo atrás todos diziam estar sob seu completo domínio.
"Resolvi ceder aos apelos generalizados dos meus apoiadores, diante da interinidade bizarra da Casa. Somente minha renúncia pode por fim a isso", disse Cunha ao renunciar à presidência da Câmara na tarde desta quinta-feira.
Relembre, em cinco tópicos, os fatos que construíram um personagens mais controversos da história recente do país.
Michel Temer sempre evitou tecer críticas a Eduardo Cunha.© Fornecido por BBC Michel Temer sempre evitou tecer críticas a Eduardo Cunha.

1) Ascensão

Ao assumir a liderança do PMDB, em fevereiro de 2013, Cunha foi responsável por uma guinada no então tranquilo relacionamento entre o governo Dilma e a base aliada na Câmara.
O ponto alto da tensão foi evidenciado na discussão da MP dos Portos, em maio do mesmo ano, medida provisória que definiu novas regras para o setor portuário.
Acusado de atuar a favor das empresas do setor, Cunha liderou uma rebelião contra o governo, que acabou obrigado a fazer concessões para conseguir a provar a proposta - que, assim, demandou longas e tensas sessões no Congresso.
No fim, o processo expôs a primeira cisão pública entre ele e a presidente: o deputado a acusou de descumprir acordos ao vetar alguns pontos da MP.
A partir de então, o peemedebista articulou um bloco de parlamentares insatisfeitos de vários partidos da base aliada e da oposição. E, em 2014, começou a defender abertamente que o PMDB rompesse com o PT.
O "blocão" dificultou a vida do governo na Câmara, e como seu principal representante, Cunha foi alçado ao noticiário e paulatinamente se fortaleceu entre as grandes forças políticas.
Deputado se transformou em porta-voz dos aliados descontentes com o governo.© Fornecido por BBC Brasil Deputado se transformou em porta-voz dos aliados descontentes com o governo.

2) Poder

A Operação Lava Jato era uma grande nuvem negra se aproximando da classe política brasileira - e os boatos já davam conta de que o peemedebista tinha sido seriamente implicado nas investigações.
Mas embalado pelo status de opositor - ainda que não oficial - do governo e por uma fácil reeleição nas eleições de 2014, Cunha venceu facilmente a disputa para comandar a Casa em fevereiro de 2015, mesmo sob forte oposição do PT, que tentou emplacar Arlindo Chinaglia no posto.
A aposta da gestão de Dilma Rousseff na tentativa frustrada de impedi-lo de assumir o cargo apontava um temor que depois provou fazer sentido.
Como presidente da Câmara, ele tomou em suas mãos o controle da pauta da Casa e aplicou várias derrotas à gestão petista - em algumas das vezes, seu amplo e célebre conhecimento das regras do Legislativo permitiram que recolocasse em votação parte das poucas propostas em que havia perdido, provocando críticas de seus opositores.
À época, o peemedebista também recebia elogios pelo ritmo intenso de votações que imprimiu. O ano de 2015 se tornou o recordista no número de propostas votadas na Câmara desde 1991.
Sua força se manteve mesmo quando as investigações da Lava Jato já o encurralavam: Cunha rompeu oficialmente com o governo e começou a cortejar publicamente os movimentos pró-impeachment, mas, segundo os bastidores políticos, negociava com os dois lados uma estratégia para sua salvação.
A moeda de troca: aceitar ou não um pedido de impeachment de Dilma, suspense que durou quase todo o segundo semestre do ano passado e teve o desfecho que conhecemos: a petista aguarda julgamento fora do cargo, para o qual pode nunca mas voltar.
Com avanço da Lava Jato, peemedebista virou alvo frequente de protestos.© Foto: Fornecido por BBC Com avanço da Lava Jato, peemedebista virou alvo frequente de protestos.

3) Declínio

Embora provasse frequentemente sua força, Cunha começou a sofrer seguidos desgastes públicos.
Aos poucos, delatores da Lava Jato foram o implicando cada vez mais no escândalo de corrupção da Petrobras.
Sua situação piorou quando o Ministério Público da Suíça informou seus pares brasileiros sobre milhões depositados no país europeu, atribuídos ao deputado.
O problema é que ele havia negado, em depoimento à CPI da Petrobras, possuir contas bancárias no exterior. Diante disso, PSOL e Rede entraram com um pedido de cassação no Conselho de Ética da Câmara, argumentando que ele havia quebrado o decoro parlamentar ao mentir para seus colegas.
Cunha até hoje sustenta que não mentiu - diz que os valores eram geridos por trusts (fundações que administram recursos de terceiros) e, logo, que ele é apenas um beneficiário.
O processo interno contra ele, porém, acabou caminhando, mesmo que a passos lentos. E as apurações da Lava Jato avançaram de tal modo que ele acabou se tornando réu do caso no STF - já são duas ações, e podem vir mais por aí.
Processo de impeachment virou tábua de salvação - mas só por um tempo.© Foto: Fornecido por BBC Processo de impeachment virou tábua de salvação - mas só por um tempo.

4) Resistência e aceitação do pedido de impeachment

A queda de Cunha era defendida por muitos há meses - e não eram poucos os que acreditaram, em vários momentos, que ela estava próxima.
Mas a verdade é que o peemedebista se provou resistente - contando para isso com a ajuda de uma verdadeira tropa de choque de deputados aliados agindo em sua defesa.
Por meio de manobras regimentais, esse grupo fez o processo no Conselho de Ética voltar ao ponto zero quando já se encaminhava para uma conclusão. Como resultado, a análise de seu caso se tornou a mais longa do colegiado: foram oito meses de exaustivas discussões, recursos e tentativas de anular a ação.
As composições no conselho, aliás, são apontadas como estopim do início do impeachment, em dezembro de 2015: Cunha acolheu o pedido de afastamento de Dilma na mesma semana em que o PT anunciou que votaria contra ele.
Ao dar início ao processo, ele ganhou mais tempo no poder: na oposição, era forte o sentimento de que o peemedebista teria papel fundamental na condução dos trâmites na Casa, o que de fato ocorreu.
Pelas mãos de Cunha, a escolha da comissão que analisaria o caso teve uma reviravolta - no lugar de uma composição pró-governo, ele articulou a eleição de uma chapa avulsa.
Além disso, o deputado imprimiu velocidade ao processo e manejou o calendário para que a votação pelo plenário ocorresse no dia 17 de abril, um domingo, atraindo as atenções de todo o país.
© Foto: Fornecido por BBC

5) Queda

A partir do dia 17 de abril, o impeachment virou assunto do Senado, levando o mundo político a questionar qual seria o papel de Cunha daí em diante.
A resposta não levou muito tempo: cerca de duas semanas depois, ele acabou afastado da presidência da Casa e do mandato pelo STF.
O ministro Teori Zavascki, responsável pela Lava Jato no STF, atendendo a pedido do procurador-geral da República Rodrigo Janot, entendeu que ele usava sua posição para constranger pares e atrapalhar investigações contra si. A decisão acabou ratificada, por unanimidade, pela corte.
Um mês depois, o juiz Sergio Moro tornou a mulher de Cunha, Cláudia Cruz, ré em um processo, acusando-a de ser favorecida pelos valores depositados na Suíça.
E as notícias negativas não pararam por aí: depois de oito meses de manobras, o Conselho de Ética da Câmara finalmente votou o parecer recomendando sua cassação.
A verdade é que o argumento do trust não surtiu efeito: com base em assinaturas suas e em comprovantes de pagamentos de despesas sua família, o conselho aprovou no mês passado parecer recomendando sua cassação - foram 11 votos a 9, quando as apostas eram de um empate ou vitória dele.
Com isso, suas opções de manobras praticamente se exauriram: restou apresentar um recurso à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) pedindo a anulação do processo sob o argumento de cerceamento de defesa.
O relator do pedido, o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), emitiu parecer defendendo que a votação pelo Conselho de Ética seja anulada - cuja aprovação é avaliada como improvável pela maioria.
Nesse meio tempo, Cunha anunciou sua renúncia nesta quinta, abrindo espaço para sua sucessão no comando da Casa.
Caso as previsões se confirmem na CCJ, o plenário deve decidir sobre sua cassação nas próximas semanas. Serão necessários 257 votos, a maioria simples da Casa, para que ele perda seu mandato.
Restará ainda saber qual papel ele assumirá, a depender da evolução dos processos dos quais é alvo na Lava Jato - uma das dúvidas é se ele continuará aliado de Temer, com quem se encontra periodicamente, ou se representará uma ameaça.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Concurso da Compesa chega a ter 764 candidatos para uma única vaga


Valor oferecido pela instituição varia de R$ 1.844,51
a R$ 7.480 (Foto: Compesa/Divulgação)
Mais de 11 mil pessoas se cadastraram no concurso público da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). A grande quantidade de inscrições acabou tornando a vida do concurseiro um pouco mais difícil. Eles vão disputar 65 vagas disponíveis. Para analista de gestão/biólogo, a concorrência é de 764 candidatos para uma única vaga. Já Analista de Gestão/Médico do Trabalho registrou a menor disputa do certame, 15 candidatos por vaga.

O processo seletivo visa preencher 65 vagas de níveis técnico e superior em todo o estado. Os salários oferecidos pela instituição variam de R$ 1.844,51 a R$ 7.480,00.

Com 2.399 candidatos, o cargo de analista de gestão/advocacia recebeu o maior número de inscritos do concurso. Eles disputarão quatro vagas em todo estado. Entre os cargos mais procurados estão: técnicos em segurança do trabalho (1.483 inscritos para quatro vagas) e saneamento (1.024 inscritos para 23 vagas). Ao todo, a Compesa recebeu 11.132 inscrições validadas.

As provas serão realizadas no dia 17 de julho. O horário será das 8h às 12h para os testes de nível superior e das 14h30 às 18h30 para nível médio técnico. Os locais das provas ainda não foram divulgados. Esses e outros detalhes podem ser conferidos no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do certame. As primeiras contratações devem ocorrer já a partir de setembro deste ano, de acordo com a Compesa.
Número de inscritos
Analistas de Gestão
Administrador de Banco de Dados – 187
Advogado – 2.399
Biólogo – 764
Contador – 945
 Economista – 189
Médico do Trabalho – 30

Analista de Saneamento
Engenheiro de Meio Ambiente – 491
Engenheiro de Produção – 357
Engenheiro de Telecomunicações – 113
Engenheiro Florestal – 157
Engenheiro Mecânico – 366
Geólogo – 108
Químico – 532

Assistente de Saneamento e Gestão
Assistente de Tecnologia da Informação – 471
Técnico em Segurança do Trabalho – 1.483
Técnico Operacional (Habilitação em Eletrônica) – 236
Técnico Operacional (Habilitação em Eletrotécnica) – 509
Técnico Operacional (Habilitação em Química) – 771
Técnico Operacional (Habilitação em Saneamento) – 1.024

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Acidente deixa nove pessoas feridas na BR-424 em Venturosa, no Agreste

Do G1 Caruaru

Nove pessoas ficaram feridas em acidente na BR-424 (Foto: Divulgação/PRF)Nove pessoas ficaram feridas em acidente na BR-424 (Foto: Divulgação/PRF)
Nove pessoas ficaram feridas em um acidente na BR-424, no km 50, em Venturosa, no Agreste dePernambuco, no domingo (12). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, dentre os feridos estão duas crianças, uma de dez e a outra de 11 anos de idade. A PRF informou que a colisão foi provocada por um veículo que realizou uma ultrapassagem em local proibido.

Após a ultrapassagem, o condutor de um carro que seguia pela rodovia perdeu o controle e bateu de frente com outro automóvel. O motorista do veículo que fez a ultrapassagem irregular fugiu do local e não prestou socorro às vítimas, segundo a PRF.

Os feridos foram encaminhados para unidades hospitalares em Caruaru e no Recife. Não há informação sobre o estado de saúde das vítimas
.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Machado diz que pagou mais de R$ 70 milhões a Renan, Jucá e Sarney Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/machado-diz-que-pagou-mais-de-70-milhoes-renan-juca-sarney-19440263#ixzz4AZCtmjox © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.




BRASÍLIA — O ex-senador Sérgio Machado disse, numa série de depoimentos após fechar acordo de delação premiada, que arrecadou e pagou mais de R$ 70 milhões desviados da Transpetro para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP), entre outros líderes do PMDB. Segundo Machado, a soma mais expressiva, R$ 30 milhões, foi destinada a Renan, o principal responsável pela indicação dele para a presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobras e maior empresa de transporte de combustível do país.

Renan indicou Machado para a presidência da Transpetro em 2003, no início do primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o manteve apoio para a permanência dele no cargo até ano passado, mesmo depois de ter sido acusado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, de receber propina. Sarney também recebeu uma soma significativa, conforme a contabilidade do ex-presidente da Transpetro. Machado disse que repassou aproximadamente R$ 20 milhões para o ex-senador durante o período que esteve à frente da estatal.

Romero Jucá, que ficou uma semana como ministro do Planejamento do governo do presidente interino Michel Temer, foi destinatário de quantia similar a de Sarney, cerca de R$ 20 milhões. Machado também disse que abasteceu também contas dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jáder Barbalho (PMDB-PR). As acusações de Machado são consideradas devastadoras. O ex-presidente da Transpetro falou sobre as somas repassadas aos padrinhos políticos dele e, como se não bastasse, indicou os contratos e os caminhos percorridos pelo dinheiro até chegar aos destinatários finais.

 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Afastado da Câmara, Cunha tem gastos que ultrapassam R$ 500 mil por mês

A Câmara gasta cerca de R$ 400 mil mensais com o custeio da residência oficial que está sendo ocupada pelo deputado Eduardo Cunha, afastado do cargo de Presidente da Casa e do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, Cunha tem direito a salário mensal de R$ 33,7 mil e verba de R$ 92 mil para pagar os funcionários do gabinete, elevando os gastos para mais de R$ 500 mil por mês.
Os dados foram levantados pelo PSOL e estarão em documento a ser entregue à Procuradoria Geral da República junto com pedido de suspensão de pagamento de benefícios a Cunha, garantidos por ato da Mesa Diretora.
Os cálculos incluem o salário pago à servidora da Câmara que administra a residência oficial (R$ 28,2 mil); um contrato de prestação de serviços de copa e cozinha (R$ 35,9 mil, já incluídos os salários de um chefe de cozinha, três cozinheiros, dois auxiliares de cozinha, quatro garçons e duas arrumadeiras) e um contrato de serviço de vigilância terceirizada (R$ 60,3 mil). O partido também incluiu na conta um contrato de R$ 29,3 mil para o pagamento de quatro motoristas.
Para os gastos com a segurança pessoal de Cunha, garantida pelo ato da Mesa Diretora, o PSOL também calculou o pagamento de 16 agentes do Departamento de Polícia da Casa (Depol), estimando um gasto de R$ 217 mil. Há ainda despesas mensais com alimentação, água, luz e telefone, totalizando cerca de R$ 35 mil.